domingo, 1 de janeiro de 2012

A verdade...

Hoje em dia já não existe os contos de fadas, já não existe a imaginação que não vê a realidade. Hoje sei que realmente tentei fazer de tudo por muita gente e pouco por mim… Quando tinha 5 anos lembro me bem da briga que ouve entre meus pais e que levou há separou definitiva, era uma criança mas percebi que havia outra mulher… normalmente quanto mais novos somos e que haja uma situação destas não nos apercebemos, mas no fundo sempre soube na realidade, mas fiz de conta que não me sabia, sempre fiz de quanta que aquela miúda que assistiu a tudo não se lembra de nada… Acreditem acho a minha mãe grande mulher por não se deixou ficar na burrice. Ela sim é um grande exemplo de mulher. Aos 15 anos conheci um rapaz, o 1º amor, 4 anos de bons e maus momentos, as vezes só peço que ninguém saiba que realmente se passou, erramos os dois, não foi só ele, mas sim eles teve as piores atitudes… aos 18 anos em que ouve uma discussão que levou a ele acabar tudo, não definitivo, senti me tão só e tão parvo que comecei a cometer loucuras, minha mente estava tão vazia que fazia de tudo para desaparecer, nada dava certo por isso deixei de comer, jogava a bola de andebol, não conseguia dormir e não tinha amigas, estava sozinha, pelo menos era o que pensava, acabei por ter uma depressão que me levou para uma urgência de tarde… foi ai que vi que não estava sozinha, tinha o meu irmão e a minha mãe. Não censuro a ele, mas culpo o também porque nunca ter sido racional, nem mesma na ultima oportunidade que lhe dei de ficarmos juntos, por vezes a sensação que tinha era que para ele não passava da mulher que um dia ele tinha sonhado e que queria transformar na perfeição, que ele não era… nunca esqueci cada rapariga que ele tinha me traído e que realmente não queria na vida dele… culpo me a mim por ter desistido de gostar de mim própria e ter perdoado 4 anos de ignorância. Passado alguns meses faleceu a minha avo, a pessoa que amarrava me realmente a família da parte do meu pai, depois do funeral nunca mais lhes falei… sempre foi a filha do irmão que eles nunca quizeram e tiveram inveja. Lembro me que uma das coisas que mais gostava de fazer, era jogar há bola, há 2 anos que não jogo, depois do pequeno acidente nas costas sei que não poderei faze-lo, mas pelos menos ainda tenho os desenhos e o gosto pela vida tal como ela é :)